Sem um reforço fenomenal, será difícil manter-se na mídia

A contratação de Ronaldo no fim de 2008 foi a maior jogada de marketing da história do futebol mundial. Colocou o nome do Corinthians em todos os meios de comunicação do planeta e transformou a camisa alvinegra na quarta mais cara (R$ 50 milhões), só atrás dos ingleses Manchester United e Liverpool, e do espanhol Real Madrid.

Wilson Baldini Jr., O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2011 | 00h00

Com a saída do Fenômeno dos gramados, qual será a alternativa a ser adotada pelo clube do Parque São Jorge para manter-se como uma vitrine para os patrocinadores? Depois de Tevez (2005), Ronaldo (2008) e Roberto Carlos (2009) já deu para perceber que o caminho indicado é o das grandes contratações. Talvez seja o momento de retomar as negociações com Adriano, outra vez envolvido com problemas de indisciplina. Mas um time não vive só de um ou dois craques. É preciso conjunto.

Ronaldo só deu certo porque havia uma boa base, formada desde a Série B. Agora, a situação é outra. Tite assumiu há pouco tempo, não é unanimidade, e tem em suas mãos um elenco desmantelado. O Corinthians vai ter de começar do zero. E, desta vez, não poderá contar com um reforço fenomenal.

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