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Seminário discute investimentos no esporte

Os clubes têm inúmeros torcedores, público potencial. Dinheiro para ser investido existe, empresários que têm interesse em patrocinar também. O que muitos dirigentes de futebol e outros esportes ainda não entenderam é que ninguém coloca um único centavo em administrações não-profissionais, que associam uma imagem negativa ao nome do time, independente dos resultados em campo. O recado foi dado nesta sexta-feira durante o seminário "Novos Desafios dos Negócios do Esporte no Brasil?, na Amcham Convention Center. "A gente só põe dinheiro onde os dirigentes são sérios, onde tudo é sério. Se não for assim, não tem negócio", disse o diretor comercial da MRV Engenharia, Eduardo Paes de Barreto, que patrocina a equipe feminina de vôlei do Minas Tênis Clube.No evento, patrocinado pela Câmara Americana de Comércio, estavam presentes jornalistas, empresários, profissionais de marketing esportivo e juristas. Todos com a intenção de discutir e mapear o mercado nacional desse segmento.Segundo estimativas, todos os negócios ligados ao esporte movimentariam R$ 20 bilhões anualmente no País. Esse dado, no entanto, apresentado pela MRV, não é consenso. Falou-se também em R$ 25 bilhões, R$ 50 bilhões, etc. Os números são escassos e controversos, mas a opinião geral varia pouco. Após várias discussões, um consenso: os clubes precisam buscar profissionais qualificados para lidar com sua imagem e precisa-se criar alternativas para desvincular a receita de um eventual rendimento ruim da equipe.

Agencia Estado,

22 de agosto de 2003 | 21h15

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