Serena quer pôr fim à alternância de vitórias em Paris

Nos últimos seis anos, a disputa feminina de Roland Garros teve seis campeãs diferentes. Mas, desta vez, tudo indica que a escrita deverá ser quebrada, por causa da excelente fase de Serena Williams, vencedora de 2013.

O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2014 | 02h04

Na semana passada, a número 1 do mundo manteve o título do Masters 1.000 de Roma, ao derrotar Sara Errani, e cedeu apenas um set e 22 games durante a competição. Assim, ela começa sua jornada em Paris - cidade que chama de "segunda casa" - como favorita para alcançar o 18º Grand Slam, marca que lhe colocaria empatada com Chris Evert e Martina Navratilova.

Serena garante que não sente pressão extra por ser a defensora do título, que nos últimos tempos passou por tantas mãos. "Normalmente eu fico um pouco inquieta. Desta vez, estou tranquila. Aliás, já faz um tempo que estou me sentindo assim." Ela estreia hoje contra a francesa Alize Lim, de 23 anos, 138º do mundo.

Desde o tricampeonato da belga Justine Henin (vencedora entre 2005 e 2007), o título do Grand Slam francês foi de Ana Ivanovic (2008), Svetlana Kuznetsova (2009), Francesca Schiavone (2010), Na Li (2011) e Maria Sharapova (2012), até voltar às mãos de Serena, que havia vencido em 2002.

A americana não esconde o incômodo por ter vencido tão pouco em Paris. Afinal, ela é pentacampeã dos outros três Slams. "Para mim, Roland Garros é extremamente importante porque é o único Grand Slam que eu venci apenas duas vezes. E quero ganhá-lo muitas, muitas vezes. Antes tarde do que nunca, não é?".

A chinesa Na Li, vice-líder do ranking, aparece como a principal rival de Serena. Em 2011, ela já fez história, ao ser a primeira tenista de seu país a vencer um Grand Slam. "Estou me sentindo muito bem, jogando partidas de alta qualidade." Mas Maria Sharapova, oitava do mundo, diz que seu objetivo é voltar novamente ao topo. "Sempre quero melhorar, e vencer outro Grand Slam", disse a vice-campeã de 2013.

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