Sharapova reclama da premiação do Torneio de Wimbledon

Campeã do torneio em 2004 e responsável pelo "boom" do tênis feminino, a beldade russa Maria Sharapova foi uma das tenistas que mais esperneou com a decisão de Wimbledon em manter-se como única competição do Grand Slam a ainda pagar prêmios inferiores para as mulheres, em relação aos homens. ?Nos atraímos mídia, público e patrocinadores, além disso, as cotas pagas por TV para torneios femininos são muitas vezes até maiores que as do masculino e não é justo que Wimbledon não pague prêmios iguais?, discursou. O All England Club anunciou nesta terça-feira que está cada vez menor, mas ainda existe uma diferença na premiação de Wimbledon em 2006. Enquanto o campeão masculino vai embolsar um cheque de US$ 1,170 mil, a vencedora do feminino ficará com US$ 1,117 mil. A diferença, em torno de US$ 53 mil, revela o conservadorismo de Wimbledon. No início deste mês, Roland Garros anunciou que pagaria prêmios iguais para homens e mulheres, pela primeira vez na história. Os torneios da Austrália e US Open há anos já fazem o mesmo.O torneio inglês desse ano também vai ser palco de outra polêmica. A marca alemã Adidas está processando todas as competições do Grand Slam e a Federação Internacional por uma nova interpretação na regra no tamanho do logo permitido nos uniformes dos tenistas. É que a ITF há anos limita o logo a quatro polegadas quadradas, só que agora interpretou que as três listras identificam o fabricante. A Adidas diz que se trata apenas de um recurso de performance. A nova lei passa a vigorar em 26 de junho, justamente na primeira rodada de Wimbledon.Suecos terão reforço contra os brasileirosO sueco Tomas Johanson anunciou que voltará ao circuito profissional do Masters Series de Hamburgo, após recuperação de um deslocamento de retina. Assim, poderá ser um reforço da equipe da Suécia que enfrentará o Brasil pelo playoff do Grupo Mundial da Davis, em setembro.

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