Charlie Neibergall/AP
Charlie Neibergall/AP

Show de Justin Timberlake agita torcida no intervalo do Super Bowl

Cantor se apresenta pela terceira vez na final do futebol americano

O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2018 | 00h07

O cantor Justin Timberlake se apresentou pela terceira vez no tradicional show de intervalo do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano (NFL), na noite deste domingo. Neste ano, os finalistas foram New England Patriots e Philadelphia Eagles.

+ Patriots, de Tom Brayd, busca 6º troféu no Super Bowl

Ao longo de 12 minutos, em um palco luminoso sobre o símbolo da NFL, o cantor apresentou músicas de seu novo álbum "Man of the woods", lançado na última sexta-feira, e também grandes sucessos de sua carreira, como Let me talk to you e Cant stop the feeling.

Os efeitos visuais empolgaram os mais de 66 mil espectadores do US Bank Stadium, em Minnesota. Em um deles, os dançarinos carregavam espelhos no palco e no meio da plateia. A interação com o público foi outro ponto alto. Em vários momentos, Justin dançou entre os fãs e chegou a tirar uma selfie com um torcedor. O show prestou ainda uma homenagem ao cantor Prince, falecido em 2016, exibindo sua imagem em uma espécie de holograma.

A menção, no entanto, foi polêmica. Ao longo da semana, quando o cantor havia divulgado os planos de homenagear o cantor da Filadélfia, terra do Eagles,  a família do cantor havia sido contra. Justin e Prince não eram propriamente amigos e chegaram a trocar farpas anos atrás. 

Foi a primeira vez que Timberlake se apresentou sozinho. A primeira participação do cantor foi como parte do grupo N'Sync, em 2001. Neste mesmo ano, participaram do show Aerosmith, Britney Spears, Nelly e Mary J. Blige.

Em 2004, ele voltou ao lado de Janet Jackson. Nesta apresentação, ele gerou grande polêmica ao arrancar parte da roupa da cantora e deixou um de seus seios à mostra. Como consequência, a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos recebeu 540 mil telefonemas de espectadores indignados na época.

Nenhuma atração recebe para cantar no intervalo do Super Bowl. Trata-se de uma troca pela exposição espontânea gerada pelo evento. De acordo com Danyel Braga, gerente sênior de Patrocínios da CSM, empresa especializada em Gestão e Marketing Esportivo, o SuperBowl é uma das plataformas de negócio mais bem-sucedidas em todo mundo. Ele afirma que cada segundo de um comercial de intervalo da partida custa cerca de R$ 600 mil.

"Para o SuperBowl 52, a expectativa é de um faturamento superior a R$ 1,5 bilhão em publicidade, tudo isso com o objetivo de capturar a atenção dos cerca de 170 milhões de telespectadores em todo o mundo. O Brasil o terceiro mercado consumidor da NFL", diz o especialista.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.