Sindicato da curso, mas procura é baixa

O Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo tem demonstrado preocupação com as finanças dos jogadores. A entidade tem oferecido cursos para ajudá-los neste sentido. 

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

30 de maio de 2016 | 07h00

Na semana passada, o sindicato lançou uma parceria onde dará 60 bolsas de estudo de um curso com duração de seis meses e em que os atletas podem fazer diversas disciplinas além da educação financeira. Coaching profissional e pessoal e cursos para aprender melhor a se relacionar com a imprensa e se expressar melhor também serão dados. Foram 30 lançados em São Paulo e serão mais 30 lançados em Bauru.

Segundo o presidente da entidade, Rinaldo Martorelli, o problema maior é conseguir conscientizar os jogadores da importância de ter um conhecimento além dos gramados. “Nosso desafio é conseguir quebrar esse paradigma de que atleta não se interessa em aprender as coisas”, disse. 

De fato, os atletas geralmente não se dedicam aos estudos enquanto são jogadores. O mais comum são casos de alguns que estudam línguas, principalmente o inglês, pensando, além da questão pessoal, também em possíveis transferências para o exterior.

Os cursos ainda não conseguem cativar atletas renomados. Durante o evento, por exemplo, os jogadores presentes atuavam em clubes como São Bernardo e Atibaia.

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