Sob nova direção, Lusa desafia o líder Fla

O técnico Valdir Espinosa estréia hoje, no Canindé. Cariocas vêm de duas derrotas seguidas

O Estadao de S.Paulo

23 de julho de 2008 | 00h00

Técnico novo, vida nova. Assim a torcida da Portuguesa espera ser, de hoje em diante, no Brasileiro. Com a promessa de fazer a equipe atuar no ataque e reencontrar o caminho das vitórias, Valdir Espinosa faz sua estréia no comando da Lusa às 21h50, diante do líder Flamengo. Confira ao vivo os jogos da rodadaA missão da Portuguesa é esquecer a goleada sofrida diante do lanterna Ipatinga, por 4 a 1, sábado, que determinou o fim da era Vágner Benazzi no clube, depois de uma ligação que durou quase dois anos.Com 15 pontos, a Lusa ocupa a 15ª posição e começa a se preocupar com a zona do descenso. Números que atemorizam os torcedores, não Espinosa. O técnico chegou ao Canindé com discurso otimista, a ponto de prometer briga por vaga na Taça Libertadores de 2009.Ele teve apenas dois dias de trabalho com o grupo, mas já acena com modificações. Ediglê, recém-contratado, deve ganhar sua primeira oportunidade. Washington treinou no ataque e pode entrar no time.As duas derrotas consecutivas fizeram com que a partida com a Lusa ganhasse mais importância para o líder Flamengo. Além da manutenção da ponta da tabela, está em jogo a tranqüilidade na Gávea. Torcedores foram ao treino ontem e pediram a escalação do atacante argentino Maxi. "Aqui vamos do céu ao inferno em cinco segundos. Queimamos a gordura que tínhamos", analisou o atacante Diego Tardelli, justamente quem está na berlinda.O técnico Caio Júnior, porém, mantém a calma habitual e não se abala com a seqüência de resultados ruins, mesmo diante de muitos desfalques. No meio, Kleberson e Toró continuam de fora. Jaílton e Cristian permanecem como titulares. No gol, Bruno está com o joelho inchado, mas veio a São Paulo e pode atuar. Diego fica de sobreaviso. Na zaga, Ronaldo Angelim está liberado e pode recolocar Dininho no banco. Na lateral-esquerda, o eficiente Juan volta após suspensão.Mas ausências irreparáveis são de Marcinho e Renato Augusto, negociados recentemente. "Perdemos a ligação do meio-campo com o ataque com essas saídas", observa Caio Júnior. "Ainda estamos tentando encaixar outros jogadores nessas funções."

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