Soccer tipo exportação: maioria joga no exterior

O futebol está longe de ser popular nos EUA, embora tenha grande preferência entre mulheres e crianças. Mesmo assim, o país já começa a fornecer atletas para ligas de outros países. No soccer tipo exportação da seleção que enfrenta o Brasil, nada menos que 18 dos 23 jogadores atuam fora dos EUA.A começar pelos carrascos da Espanha, que fazem parte da nova geração do futebol norte-americano. O atacante Jozy Altidore, de apenas 19 anos, foi contratado pelo Villarreal, em 2008, por 7,4 milhões. Já o meia Clint Dempsey, autor do segundo gol contra a Fúria, atua desde 2006 no Fulham, da 1ª Divisão Inglesa.A experiência internacional da seleção americana foi apontada como fator importante para o bom jogo diante dos espanhóis, na quarta-feira, em Bloemfontein. "O resultado foi uma prova do progresso de nossos jogadores. A maioria está em grandes clubes do exterior", disse o técnico Bob Bradley. O treinador, na verdade, exagerou um pouco. Alguns atletas jogam em times tão desconhecidos como as regras do futebol para a maioria dos americanos. Exemplos? O atacante Charlie Davies, do Hammarby, da Suécia, ou o zagueiro Danny Califf, que joga no dinamarquês (e impronunciável) Midtjylland.Bradley, entretanto, faz questão de destacar que todos os seus atletas jogaram na Liga Norte-Americana, a MLS. Cinco lá continuam, incluindo seu principal jogador, o meia Landon Donovan, do Los Angeles Galaxy.

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