Some a renda de amistoso do Brasil no Zimbábue

A renda do jogo entre o Brasil e o Zimbábue, amistoso que a CBF promoveu antes da Copa do Mundo da África do Sul, desapareceu e virou caso de polícia. A empresa Kentaro, que detém os direitos sobre a organização dos amistosos da seleção brasileira, entrou na Justiça contra a Federação do Zimbábue, cobrando US$ 620 mil que, acredita, deve ser sua parte.

Jamil Chade CORRESPONDENTE / GENEBRA, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2010 | 00h00

O amistoso (3 a 0 Brasil) foi questionado à época por sua irrelevância na preparação da seleção então dirigida por Dunga e porque foi usada pelo ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, para se promover diante de sua população. Mugabe aceitou pagar US$ 1,5 milhão pelo jogo e o estádio estava cheio.

Mas os US$ 640 mil coletados pela bilheteria nunca foram encontrados nas contas da Federação de Futebol do Zimbábue. A Kentaro agora está processando a entidade nos tribunais suíços. Mas a presidente da entidade, Henrietta Rushwaya, alega que a federação apenas "facilitou"" a realização da partida e que a organização da viagem da seleção brasileira a Harare estava a cargo do Escritório de Turismo do Zimbábue.

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