Sport está a uma vitória do título da LBF

Por alguns momentos, Maria Sharapova acreditou que finalmente conquistaria seu primeiro título do Premier de Miami e, de quebra, acabaria com o jejum de nove anos sem vitórias sobre Serena Williams. Mas a russa ficou no quase. Com o triunfo por 2 sets a 1 (4/6, 6/3 e 6/0), a norte-americana venceu o torneio pela sexta vez - ninguém ganhou tanto em Miami quanto ela.

MIAMI, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2013 | 02h01

Como esperado, o jogo foi uma pancadaria sem trégua, com a russa se mostrando mais precisa no primeiro set. Na segunda parcial, Sharapova estava sacando para abrir 4 a 2 quando começou a sentir a pressão e desabou. A partir daquele momento, ela não ganhou mais nenhum game na partida. No terceiro set, Serena foi imperial. Sharapova estava destruída mentalmente e a número um do mundo transformou a partida em uma exibição.

"Maria estava jogando muito bem, obtendo winners de qualquer lugar. Como venci se não estava jogando meu melhor tênis?", perguntou Serena, apenas a quarta jogadora a ter seis títulos de um torneio, ao lado de Martina Navratilova, Chris Evert and Steffi Graf. "Isso é muito legal."

Sharapova, que perdeu as cinco decisões que disputou em Miami, negou que sofra de complexo de inferioridade com relação a Serena. "Não vejo motivos para não ganhar dela. Acho que dei hoje (ontem) um passo nessa direção."

Masculino. Às 12h30 (de Brasília) de hoje será disputada a final do Masters 1000 de Miami entre o escocês Andy Murray e o espanhol David Ferrer. No melhor momento de sua carreira, Murray é o favorito.

Mostrando regularidade digna de nota, o Sada/Cruzeiro chegou à final da Superliga masculina pela terceira vez seguida e vai lutar pelo bicampeonato. Os mineiros derrotaram o Sesi novamente por 3 a 0, na manhã de ontem, no ginásio da Vila Leopoldina, e fecharam a série por 2 a 0. As parciais foram 25/22, 25/23 e 36/34.

A final será no dia 14 de abril, no Maracanãzinho, no Rio. O outro finalista sairá da série entre RJX e Minas Tênis. A segunda partida não foi encerrada até o fechamento desta edição.

Wallace, do Cruzeiro, foi o maior pontuador na quadra do Sesi, com 19 pontos.

"Erramos um pouco mais do que na primeira partida, mas fizemos um jogo bom, de superação", disse o oposto.

No primeiro set, o Cruzeiro abriu vantagem no final e fechou com um saque errado do oposto Lorena.

A partir do segundo set, o sistema de recepção do Sesi foi avariado. O líbero Escadinha, com dores na região lombar, tinha dificuldades até para andar. Como não podia ser substituído, fragilizou a posição de seu time.

No terceiro set, o Sesi lutou até o fim e deixou uma imagem digna, mas o Cruzeiro novamente foi superior.

Na outra semifinal, o Minas bateu o RJX por 3 a 0, em Belo Horizonte, e forçou o terceiro jogo, que será terça-feira, no Rio. As parciais foram 25/21, 27/25 e 25/20. Quiroga se lesionou e não deverá poder jogar.

O Sport Recife levou a melhor sobre o Americana na primeira partida da série final da Liga de Basquete Feminino. Ontem, no Centro Cívico, casa do adversário, o time pernambucano venceu por 54 a 44 (20 a 26 no primeiro tempo). Se vencer novamente no próximo sábado, no ginásio da Ilha do Retiro, o Sport vai conquistar o título. A última equipe não paulista a ser campeã nacional foi o Vasco, em 2001.

Com muito nervosismo, o Americana jogou mal e não fez frente ao Sport, que montou um esquadrão. Clarissa, uma das cestinhas do jogo, ao lado da norte-americana Alexandra Montgomery, do Sport, com 17 pontos, fez a quarta falta no terceiro quarto e foi sacada por Zanon, reduzindo as chances de seu time. "As jogadoras estavam tensas demais", lamentou Zanon.

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