Subutilizada, Lei de Incentivo ainda não foi 'descoberta'

A principal ferramenta de trabalho do LiveWright e do Lide é a Lei de Incentivo ao Esporte, de 2007. O texto prevê a destinação de até 1% do imposto de renda devido por pessoas jurídicas para o apoio a projetos aprovados pelo Ministério do Esporte.

Amanda Romanelli, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2011 | 00h00

A Receita Federal libera a captação de R$ 400 milhões anuais, potencial ainda subutilizado. Em 2010, ano de maior uso, foram investidos pouco mais de R$ 185 milhões - ou 46,27%.

"A Lei não aconteceu, não colou. Não sei se por falta de conhecimento ou de disposição", opina Paulo Nigro, do Lide Esporte. "Além de ser fácil utilizar, existem bons projetos já aprovados."

Ricardo Cappelli, presidente da Comissão Técnica da Lei, acredita que o incentivo passa por um processo de amadurecimento. O número de projetos aprovados subiu de 54, em 2007, para 1.132 no ano passado.

"O texto é muito amplo, permite investimento em quase tudo: alto rendimento, esporte educacional, lazer, construção de infraestrutura." Mas tem uma falha, na visão de Nigro: não permite que os custos operacionais com gestão sejam inscritos.

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