Kelly Cestari/WSL
Kelly Cestari/WSL

Surfe com capacete? Atletas usam equipamento nos perigosos tubos de Teahupoo

Evento está sendo realizado em ondas que chegam aos 4 metros no Taiti e bancada rasa de corais é o grande perigo

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

28 de agosto de 2019 | 15h20

As ondas de Teahupoo são consideradas perigosas até para surfistas experientes por causa de sua rasa bancada de corais. Em caso de queda de alguma atleta, todo cuidado é pouco para não bater a cabeça ou partes do corpo. Acidentes são comuns quando o mar está grande e nos dois últimos dias de disputa do Tahiti Pro Teahupoo, competidores experientes optaram por surfar de capacete.

A Liga Mundial de Surfe (WSL) disponibilizou o equipamento para quem quisesse e três surfistas escolheram usar o capacete: Owen Wright, Jeremy Flores e Kauli Vaast. Curiosamente, todos eles são especialistas naquela onda, mas mesmo assim não abriram mão da segurança na hora de surfar ondas que chegaram a quase quatro metros na terça-feira.

 

Por causa do tamanho das ondas, as equipes de resgate se revezaram para pegar os surfistas que caíram das ondas e ficavam em situação difícil. Um piloto e um mergulhador ajudaram os atletas a subir na moto aquática para fugir das grandes ondas que vinham na sequência. Nas disputas das baterias na terça-feira, não houve nenhum caso grave e todos passaram ilesos.

 

Foi no Taiti que o brasileiro Filipe Toledo se machucou no ano passado ao cair de uma onda. Na ocasião, ele machucou bastante as costas nos corais afiados. Um vídeo que mostra surfistas locais espremendo limões nos ferimentos repercutiu bastante e mostra o quanto cair nas ondas de Teahupoo pode ser perigoso.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

@filipetoledo is focused on Tahiti | : @baronisfilms & @ricardinhotoledo

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