Raimundo Paccó/Frame
Raimundo Paccó/Frame

Surfe noturno na pororoca ilumina rio no nordeste paraense

Pranchas iluminadas coloriram as águas do Rio Capim

Gabriela Azevedo, O Estado de S. Paulo

22 Março 2015 | 14h51

Pranchas cobertas por LEDs no meio do rio Capim, no nordeste do Pará. De longe se viam luzes verdes, azuis, vermelhas e brancas iluminando as águas quando à 1h50 surgiu a pororoca. Debaixo de muita chuva e um céu escuro, a madrugada do município de São Domingos do Capim foi marcada pelo surfe noturno.

A aventura foi realizada por sete surfistas profissionais que conseguiram embarcar na onda que chegou mais forte e mais alta durante a noite. De repente uma linha branca suave, distante. Era a pororoca chegando e entusiasmando o público que esperava por ela. "A natureza é incrível, isso é de Deus", comentavam quando perceberam a presença da onda.

O surfe noturno foi parte de uma programação cultural que ocorreu no Mirante do Barriga – de onde o fenômeno pode ser visto – junto com shows de atrações do Reggae Nacional. O XVII Surfe na Pororoca se encerra no início da tarde deste domingo. Aproximadamente 100 surfistas devem participar da segunda tentativa de estabelecer o recorde de maior número de atletas na mesma pororoca. Tudo será acompanhado e registrado pelo Rank Brasil Recordes Brasileiros para homologação da marca.

O XVII Surfe na Pororoca e XV Festival da Pororoca, que encerram neste domingo, iniciaram na última quinta-feira. O Festival da Pororoca é uma série de atividades sociais e esportivas, que é uma promoção da prefeitura de São Domingos do Capim, em parceria com o Governo do Estado. Já o XVII Surfe na Pororoca, que já foi uma competição, esse ano tenta estabelecer um recorde para se publicado no próximo Guinnes Book, a ser lançado em 2016.

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