Reprodução: DLNR
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Surfista morre após ser atacado por tubarão em local em que ocorreria final feminina de surfe

Decisão do Maui Pro foi suspensa e será realocada; um dos prováveis "picos" para a disputa será Pipeline

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2020 | 14h16

Um surfista amador morreu dois dias após ser atacado por um tubarão em Honolua Bay, no Havaí. O homem, que não teve a identidade revelada, chegou a ser levado com vida para o hospital, onde passou por intervenção cirúrgica. Após o procedimento, seu quadro clínico era tido como estável, mas, de acordo com o jornal local "Maui Now", uma piora repentina lhe tirou a vida.

No dia do ataque, fotos da prancha do surfista mordida viralizaram nas redes sociais. Uma trena mostra que o tamanho da mandíbula do tubarão tinha mais de 40 centímetros. Apesar de os ataques de tubarão não serem raros no Havaí, o incidente desta terça-feira ganhou destaque em decorrência do adiamento das finais do Maui Pro.

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Isso porque o ataque fatal aconteceu algumas horas antes do início da etapa feminina, que ocorre justamente em Honolua Bay. O local da decisão será alterado, conforme noticiou a Liga Mundial de Surfe (WSL). Um dos prováveis "picos" para a disputa será Pipeline. Dez dias antes do evento começar, um ataque já havia sido registrado. Com a morte do surfista, Maui agora acumula cinco ataques fatais. 

O Brasil possui uma atleta na competição: Tatiana Weston-Webb. A gaúcha, criada no Havaí, é a única representante brasileira na elite do surfe mundial. Ela avançou às quartas de final após performar a melhor onda das oitavas. "Fiquem orando", pediu a atleta em seu Instagram, no dia do incidente. 

 

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