Surfistas pedem oração e doação de sangue para Ricardinho dos Santos

Baleado em Santa Catarina, atleta profissional está em situação delicada e amigos como Gabriel Medina e Alejo Muniz pedem ajuda

O Estado de S. Paulo

19 de janeiro de 2015 | 16h39

A comunidade do surfe no Brasil está chocado com a tragédia que envolveu Ricardinho dos Santos. Após ser atingido por três tiros na altura do abdômen, ele foi encaminhado ao Hospital Regional de São José, em Santa Catarina, e seu estado é grave. Segundo o setor de comunicação da Polícia Militar, o maior de idade suspeito do crime é um policial militar lotado em Joinville. A tenente-coronel Claudete Lehmkul não divulgou o nome dele, mas afirmou que responderá ao crime judicialmente e também a um inquérito militar. O irmão do policial, adolescente de 17 anos, foi apreendido.

Alejo Muniz postou nas redes sociais um pedido de ajuda para que as pessoas doem sangue no Hemosc, localizado no centro de São José, na Praça Arnoldo de Souza. "Vamos lá galera, por favor, vamos nosso amigo, irmão e ídolo, Brasil todo mandando energia e quem estiver em Santa Catarina vai lá nesse endereço AGORA!! Por favor", afirmou Alejo em sua conta no Instagram, lembrando que Ricardinho teve hemorragia e precisou receber muitas bolsas de sangue.

Para Gabriel Medina, a torcida agora é para a recuperação do amigo. "Muito triste com a notícia, mas Deus vai te guardar irmão, estamos em oração por você. Força Irmão!!!!!! To contigo", escreveu o campeão mundial de 2014 em sua conta no Instagram. Já Miguel Pupo também pediu ajuda de todos. "Força Tortuga (@ricardosantos90). Que Deus esteja com você e que tudo dê certo!!! #vamostodosrezar #deusnocomando".

Natural da Guarda do Embaú, em Palhoça, região da Grande Florianópolis, Ricardinho tem como principal vitória na carreira uma bateria Circuito Mundial em Teahupoo, no Taiti, em 2012, quando superou uma das maiores lendas do esporte, Kelly Slater. Ele estava cotado para ser um dos convidados do último Billabong Pipe Masters, no Havaí, mas se lesionou e não pôde participar da festa que consagrou Gabriel Medina como o primeiro brasileiro campeão mundial.

(COLABOROU TOMÁS M. PETERSEN)

 

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