Matt Dunbar / WSL
Matt Dunbar / WSL

Nas ondas de Margaret River, Tatiana Weston-Webb dá show e avança na etapa de surfe da Austrália

Terceira colocada no ranking mundial, brasileira bate a americana Sage Erickson com tranquilidade (13,27 contra 9,00) e chega às quartas de final

Redação, Estadão Conteúdo

04 de maio de 2021 | 08h36

Em um dia com ondas fracas no mar, o que ocasionou o adiamento das oitavas de final da chave masculina, a competição feminina da etapa de Margaret River, na Austrália, - a quarta da temporada do Circuito Mundial de Surfe - teve nesta terça-feira a disputa desta mesma fase. A brasileira Tatiana Weston-Webb assegurou a sua classificação às quartas de final.

Terceira colocada no ranking mundial, Tati venceu a norte-americana Sage Erickson com certa tranquilidade, por 13,27 a 9,00. Ela fez, inclusive, uma das melhores ondas do dia. Logo em sua segunda série, a gaúcha mostrou habilidade dando pancadas fortes e, finalizando muito bem na junção, conseguiu 8,50.

Sage não foi páreo para a brasileira, somando 9,00 pontos (5,10 + 3,90). Já Tati ainda conseguiu um 4,77 na sua última onda, totalizando 13,27. A brasileira irá enfrentar a australiana Tyler Wright na segunda bateria das quartas de final. Elas já se encararam cinco vezes e todas foram vencidas pela surfista local, porém Tati tem a seu favor seu ótimo retrospecto nas ondas de Margaret River.

Na primeira bateria do dia, a americana Caroline Marks, vice-líder do ranking, foi eliminada pela local Bronte Macaulay por 15,43 a 14, deixando o caminho livre para Tati ultrapassá-la, se a brasileira vencer nas quartas. Líder do ranking, a havaiana Clarissa Moore também se classificou após vencer a australiana Macy Callaghan, em disputa de alto nível pelo placar de 16,93 (8,93 + 8,00) a 16,17 (8,67 + 7,50).

Os Top 5 dos rankings masculino e feminino vão assegurar a classificação para a WSL Finals, que decidirá em setembro, em Trestles, na Califórnia (Estados Unidos), os campeões mundiais da temporada 2021 em uma competição inédita com formato mata-mata.

ENTREVISTA

Durante a pandemia, a surfista conversou com a reportagem do Estadão e destacou um período de maior tempo para treinar, uma vez que ela não parou de pegar ondas. Leia a entrevista.  

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