Guillaume Horcajuelo/EFE
Guillaume Horcajuelo/EFE

Técnico da seleção do Catar enaltece vice no Mundial de Handebol

'Todos merecem essa medalha de prata, que, para mim, é muito grande', afirma Valero Ribera, campeão com a Espanha em 2013

VÍTOR MARQUES - Enviado especial a Doha, O Estado de S. Paulo

01 de fevereiro de 2015 | 19h37

Apesar da derrota em casa na final do Mundial de Handebol Masculino para a França, o Catar comemorou o segundo lugar, algo então inédito. Jamais uma seleção não europeia havia chegado a uma final do campeonato. "Todos merecem essa medalha de prata, que, para mim, é muito grande. Eu a dedico ao presidente da Federação (do Catar) e aos meus três filhos", disse o técnico Valero Rivera, que havia sido campeão, em 2013, com a Espanha.

Após a partida, Rivera disse que o Catar jogou 45 minutos em alto nível diante de uma seleção forte como a França. Mas o treinador reconheceu que a sua equipe fez um início de jogo ruim. Isso pesou no resultado final do jogo (25 a 22 para os franceses). "Foi um sonho chegar à final, sim, mas perdemos o jogo. Se quisermos vencer, temos de continuar trabalhando duro. Temos um Pré-Olímpico pela frente", afirmou o técnico.

Com a vitória, a França já garantiu um lugar nos Jogos do Rio de 2016; o Catar, não. Rivera continuará à frente da seleção para buscar esta vaga. A tendência é manter a "seleção permanente", formada por nove jogadores estrangeiros, sendo que oito atuam na liga do Catar.

O técnico da seleção francesa, Claude Onesta, elogiou a atuação do Catar. "Você não elimina Alemanha, Polônia se não tem qualidade. É uma seleção forte, o trabalho está aí. Jogaram um handebol em alto nível", afirmou.

*O repórter viajou ao Mundial a convite da Federação Internacional de Handebol.

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