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Técnico esconde escalação do Brasil no futsal

Seleção brasileira que vai enfrentar o Japão na estréia do Mundial nesta terça-feira ainda não foi anunciada

Giuliander Carpes, Agencia Estado

29 de setembro de 2008 | 13h25

O técnico Paulo César de Oliveira, conhecido como PC, ainda não revelou a escalação do Brasil para a estréia no Campeonato Mundial de Futsal, nesta terça-feira, contra o Japão, em Brasília. Apesar do mistério, a seleção brasileira deve começar a disputa com Thiago, Schumacher, Falcão, Vinícius e Lenísio.Veja também:Falcão quer conquistar Mundial pela primeira vez na carreiraEm casa, Brasil tenta acabar com hegemonia espanhola no futsalJapão quer a segunda vaga do grupo da seleção brasileiraNesta terça-feira, o Brasil estréia no Mundial de Futsal contra o Japão, a partir das 10h30, em Brasília. Ainda na primeira fase da competição, que terá jogos também no Rio de Janeiro, os brasileiros irão enfrentar Cuba, Ilhas Salmão, Japão e Rússia, sempre pelo Grupo A do torneio.IMPORTANTE É A VITÓRIADe acordo com o goleiro da seleção brasileira, Franklin, o importante neste momento é conquistar resultados positivos. "Hoje em dia a gente está muito mais preocupado em vencer os jogos do que dar espetáculo", afirmou. Ele revelou que a seleção brasileira busca inspiração mesmo na Espanha, onde a maioria dos jogadores do Brasil já atuou. "Na cabeça deles, uma vitória por 1 a 0 já é suficiente. A gente acaba se acostumando um pouco ao jeito deles." A orientação é do treinador, mas tem respaldo no grupo. De nada adianta levantar a chuteira de ouro da Fifa ao final da competição enquanto os europeus levam o título (a Espanha ficou com a taça em 2000 e 2004). Eleito o melhor jogador do mundo em 2004, Falcão reconheceu que, desta vez, o Brasil vai jogar pensando somente na vitória, sem se preocupar com o espetáculo. "Carrego o peso de ter títulos importantes, principalmente no individual, mas não ter vencido ainda um Mundial", disse o ala. "Eu e meus companheiros estamos focados agora em vencer aqui dentro de casa."Até os companheiros de grupo reconhecem uma mudança de postura do habilidoso jogador. "Antes o Falcão fazia jogadas bonitas, mas sem sentido", explicou Franklin. "Agora ele está consciente da importância de priorizar a vitória", declarou.

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