Marcio Fernandes/Estadão
Marcio Fernandes/Estadão

'Tempestade brasileira' vem com força após o título inédito de Medina

Geração brasileira ganhou o apelido de 'Brazilian Storm', em uma alusão à grande quantidade de bons atletas no circuito mundial

Paulo Favero - ENVIADO ESPECIAL AO HAVAÍ, O Estado de S. Paulo

19 de dezembro de 2014 | 21h36

O Brasil não terá no próximo ano somente o campeão mundial, mas também alguns surfistas talentosos que devem brigar no topo de cima do Circuito. A geração que ganhou o apelido de "Brazilian Storm", algo como tempestade brasileira, numa alusão à grande quantidade de bons atletas, deve continuar impressionando o mundo do surfe.

O primeiro da lista é Filipe Toledo, paulista de Ubatuba, que vem chamando a atenção principalmente por seus aéreos. O garoto já está na elite e foi campeão ao mesmo tempo do WQS, a divisão de acesso. Aos 18 anos, é uma das apostas para 2015. "Ele ainda está crescendo fisicamente e vai evoluir bastante", explica Ricardinho Toledo, pai do garoto e ex-surfista profissional.

Outros dois atletas garantiram vaga pelo WQS e devem dar trabalho, mas sofrerão um pouco com a adaptação na elite: o paulista Wiggolly Dantas, de 25 anos, e o potiguar Ítalo Ferreira, de 20 anos, que recentemente venceu Gabriel Medina duas vezes na etapa de Maresias. Ele é o atual vice-campeão mundial júnior.

E não se pode deixar de lado nomes como Adriano de Souza, Miguel Pupo e Jadson André, que estão garantidos na elite, têm experiência e devem ajudar a escrever o nome do Brasil no surfe. 


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