Time espanhol faz torneio, enfim, aquecer

Foi preciso o Barcelona estrear para a competição começar a ter cara de Mundial. O entusiasmo provocado pela presença do time espanhol contrasta com a indiferença dos moradores de Nagoya e Toyota em relação aos times que estavam jogando por lá.

YOKOHAMA, O Estado de S.Paulo

16 de dezembro de 2011 | 03h04

Pela primeira vez no torneio o estádio ficou cheio. O público pagante foi de 66.298 pessoas, e a informação no telão era de que não havia sobrado um único bilhete para contar história. Nas cinco partidas no Toyota Stadium, com capacidade para 36 mil pessoas, a que atraiu mais torcedores foi a de quarta-feira entre Santos e Kashiwa Reysol: 29.173.

Dentro do estádio, o alto comando da Fifa, com mantas azuis para esquentar as pernas, acompanhou o jogo da tribuna de honra. O presidente Joseph Blatter, seu xodó Michel Platini (que será o candidato do suíço na eleição de 2015), o vice-presidente Julio Grondona (presidente da Associação de Futebol Argentino) e o paraguaio Nicolás Leoz, que dirige a Conmebol, marcaram presença.

O presidente do Barça, Sandro Rosell, ficou no mesmo setor dos poderosos da Fifa. A sala de imprensa também ficou mais cheia do que em Toyota, com vários veículos de comunicação japoneses, numa clara demonstração do poder do time espanhol. / L.A.M.

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