Time faz lembrar a geração de Rincón e Valderrama

Com futebol ofensivo e jogadores talentosos, seleção vai bem nas eliminatórias e empolga os torcedores

O Estado de S.Paulo

14 de novembro de 2012 | 02h06

A melhor geração desde 94. É essa a credencial que a seleção colombiana de Falcao García apresenta hoje para o amistoso diante do Brasil. A equipe é a terceira colocada nas eliminatórias sul-americanas, com quatro pontos de desvantagem para a Argentina (com um jogo a menos). Fez 3 a 1 no Chile, em Santiago, e os históricos 4 a 0 sobre o Uruguai, só para citar os resultados mais recentes. Se mantiver a pegada, deverá abocanhar uma das quatro vagas da região (sim, a ausência do Brasil facilita o caminho).

Falcao não está sozinho nessa empreitada. Ao seu lado, no ataque, está Jackson Martínez, outro goleador que, por ironia do destino, faz um sucesso estrondoso no próprio Porto, antigo clube de Falcao. O meia James Rodríguez, canhoto habilidoso que também joga no clube português, estará em campo hoje. Além deles, Macnelly Torres, Freddy Guarín e Teófilo Gutierrez foram convocados.

O banco também tem seu craque: o técnico argentino José Pekerman, tricampeão mundial sub-20 pelo seu país e que comandou o time principal na Copa de 2006. É respeitado por um futebol ofensivo.

Os craques de hoje devem reverências ao time de Higuita, Valderrama, Rincón e Asprilla, terceiro colocada na Copa América de 1993 e que chegou às oitavas da Copa de 1990. A seleção dirigida por Francisco Maturana ocupa um lugar dourado no imaginário coletivo colombiano, graças principalmente à histórica vitória por 5 a 0 sobre a Argentina em Buenos Aires nas eliminatórias para o Mundial de 1994. Falcao pode subir mais um degrau rumo a esse Olimpo no jogo de hoje./G.Jr. e V.M

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