Tiro com arco descarta favoritismo, mas briga por medalha por equipes no Rio

A cronologia da Olimpíada do Rio pode ser quebrada por uma flecha. Se depender da equipe masculina de tiro com arco do Brasil, a coleção de medalhas pode começar pela Apoteose. É na praça onde se encerram os desfiles de carnaval que o Marcus Vinicius D'Almeida, Daniel Xavier e Bernardo Oliveira vão tentar uma inédita medalha, ainda na tarde de sábado, primeiro dia de competições após a cerimônia de abertura.

Estadão Conteúdo

22 de julho de 2016 | 17h03

Se as esperanças do tiro com arco estiveram todas depositadas sobre Marcus Vinicius ao longo dos últimos dois anos, na última competição antes da Olimpíada, a Copa do Mundo na Turquia, a equipe mostrou que também é candidata a uma medalha no Rio-2016, terminando aquela competição em quarto.

"A classificação na Turquia confirma o bom nível internacional do tiro com arco brasileiro. Ficamos com um gostinho de chegar bem perto da medalha. Não somos favoritos, vamos disputar os Jogos sem pressão, mas conscientes de que temos chances de brigar por um bom resultado", diz Bernardo.

Aos 23 anos, ele esteve em Londres, mas não para competir. Há quatro anos, Bernardo foi um dos membros do projeto Vivência Olímpica, do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Agora, fará sua estreia olímpica junto com Marcus Vinicius e as meninas da equipe feminina. Só Daniel Xavier já tem experiência, após participar da Olimpíada de Londres.

O mineiro diz que o grupo vem trabalhando para diminuir a ansiedade. "Tudo é muito diferente, uma outra atmosfera", comenta. "Aqui (na Urca) tivemos uma ótima estrutura e isso certamente se refletiu no nosso recente desempenho na Copa do Mundo", conta Daniel, que está com a seleção no Rio desde janeiro.

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