Tiro: crise vira caso de polícia

O tiro esportivo brasileiro está parecendo um tribunal. No ataque, um atirador que acusa o técnico da equipe brasileira de contrabando. No banco dos réus, o próprio treinador, segundo o qual tudo não passa de armação para prejudicá-lo e colocar um italiano em seu lugar. Entre as testemunhas, o presidente da Confederação, que é o responsável pela indicação mas diz não saber de nada.Em março deste ano, a Justiça Federal de Porto Alegre condenou em primeira instância Athos Pisoni por "manobras fraudulentas realizadas para a introdução de armas no País sem o pagamento dos tributos devidos", como consta na sentença - ou seja: contrabando. Pena: cinco anos e meio de reclusão em regime semi-aberto. Assina o juiz Andrei Pitten Velloso. O acusado recorreu e aguarda o julgamento do recurso em liberdade. E bem otimista.Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

04 de outubro de 2001 | 09h49

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