Pascal Guyot/ AFP
Pascal Guyot/ AFP

Tiro esportivo quer mudar programa de Tóquio-2020, com provas mistas

COI cobra que as modalidades equiparem o número de provas e de participantes homens e mulheres na Olimpíada

Estadao Conteudo

23 Fevereiro 2017 | 14h18

As provas mistas estão cada vez mais na moda no esporte olímpico. Nesta quinta-feira, foi a vez de o Comitê Executivo da Federação Internacional de Tiro Esportivo (ISSF, na sigla em inglês) recomendar para o Comitê Olímpico Internacional (COI) a criação de três provas de equipes mistas nos Jogos de Tóquio, em 2020.

O COI tem cobrado que as modalidades equiparem o número de provas e de participantes homens e mulheres nos Jogos Olímpicos. E o tiro esportivo é um dos esportes que precisa de adequar. No Rio, teve nove provas masculinas e seis femininas, num total de 214 homens e só 143 mulheres.

Para Tóquio, a proposta da ISSF é excluir três provas masculinas, substituindo-as por disputas mistas por equipes. A fossa double masculina daria lugar à fossa olímpica mista. A prova de carabina deitado seria trocada pela carabina de ar 10m por equipes. Por fim, a pistola 50 metros seria retirada do programa, trocada por pistola de ar 10m por equipes.

Nos três casos, as provas (fossa olímpica, carabina de ar 10m e pistola de ar 10m) teriam três disputas por pódio: no masculino, no feminino, e por equipes mistas.

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