Tiro Esportivo: torcida será na pistola de 25m e na fossa olímpica dupla

Nossas três primeiras medalhas olímpicas foram nesta modalidade, em 1920, na Antuérpia

estadão.com.br

17 de dezembro de 2011 | 11h22

 

SÃO PAULO - O Pan de Guadalajara era a última oportunidade para que o Brasil conquistasse mais vagas para Londres no tiro esportivo, modalidade que deu ao País suas três primeiras medalhas olímpicas, nos Jogos da Antuérpia, em 1920.

Mas, sem sucesso neste objetivo (apesar das seis medalhas obtidas no México), o País contará mesmo com dois atletas nos Jogos: Ana Luiza Ferrão e Filipe Fuzaro, ambos classificados desde novembro de 2010.

Ana Luiza, de 37 anos, está em excelente fase. Major do Exército e ex-professora de biologia do Colégio Militar do Rio, começou a treinar de maneira tardia, por intermédio do ex-marido, aos 25 anos. Primeira atleta do País em provas individuais a se garantir em Londres, a atiradora conquistou o único ouro do tiro esportivo brasileiro em Guadalajara, na pistola de 25 m (prova que disputará nos Jogos, junto da pistola de ar). Além disso, bateu o recorde pan-americano, ao conquistar um total de 773,9 pontos.

Filipe Fuzaro, de 29 anos, está classificado para disputa da fossa olímpica dublê, uma das modalidades em que o atirador precisa acertar uma série de pratos. No Pan, o paulista de Rio Claro não teve um bom desempenho: ficou em 10.º lugar. Um dos representantes do País em Pequim/2008, Júlio Almeida ficou perto de ir para os Jogos de 2012. Subiu ao pódio na pistola de 50 metros com o bronze, mas precisava do ouro para se classificar.

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