Tite fala em momento de reformulação

Tite respira aliviado. Uma derrota ontem poderia tirá-lo do cargo, mas a vitória veio e o presidente Andrés Sanchez tratou de confirmar que o treinador segue no comando do time.

Daniel Akstein Batista, O Estado de S.Paulo

07 de fevereiro de 2011 | 00h00

O técnico foi um dos culpados pela torcida pelo fiasco na Libertadores. Contra o Palmeiras, ele não pôde contar com Roberto Carlos, Dentinho e Ronaldo. Mas a nova formação colocada em prática funcionou. "O projeto Libertadores acabou. A equipe está num novo momento, de reformulação, de encontrar um outro ponto. E ganhamos. O grupo soube reagir", comemorou o treinador, que não exime sua culpa pelo tropeço com o Tolima, na quarta-feira. "Não vamos apagar essa tristeza e eu não fujo da responsabilidade."

Ontem, Bruno César novamente ficou no banco de reservas. O meia já havia sido preterido na Colômbia e tem perdido espaço com o treinador. Tite, no entanto, afirma que não tem problemas com nenhum jogador do elenco. "Eu não gosto menos ou mais de alguém. Eu gosto é de vencer", falou, para explicar suas opções.

O time volta a campo na quarta-feira, contra o Ituano, no Pacaembu, em jogo que foi adiado por causa de seus compromissos na Libertadores.

Já Luiz Felipe Scolari, que completou 300 jogos sob o comando do Palmeiras, ganhou uma placa comemorativa do presidente Arnaldo Tirone antes da partida. Depois, lamentou os gols perdidos. "Faltou sorte e arremate certo. Nos outros jogos fomos mais conclusivos que hoje (ontem)", declarou. "Agora temos de tirar proveito de tudo que aconteceu no jogo", comentou Felipão.

O Palmeiras passou em branco em apenas duas partidas no ano: ontem e na estreia com o Botafogo na estreia (0 a 0). O próximo adversário no Estadual será o Americana, sábado, no Pacaembu.

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