Torben Grael terá a vantagem de velejar "no quintal"

Torben Grael, comandante do Brasil 1 na regata de volta ao mundo Volvo Ocean Race, nasceu no interior de São Paulo, mas foi criado em Niterói - tem intimidade com a Baía de Guanabara, local da regata in port do próximo dia 25. No, o transporte que usou para ir de sua casa à Marina da Glória, onde estão sendo reparados os veleiros, foi um barco. Mas Torben, de 45 anos, acha que o fato de conhecer bem a raia onde será realizada a regata local da competição é apenas ?uma vantagem teórica?. Além dessa regata curta, a largada para a próxima perna da Volvo Ocean Race, de 9 mil km, até Anapolis (EUA), será no dia 2 de abril.?Na verdade também pode ser uma desvantagem competir aqui porque é uma baía que tem um tempo muito volátil. As condições climáticas podem mudar muito e rapidamente?, disse Torben, antes de dirigir uma reunião técnica com a tripulação do Brasil 1, após o quarto lugar da etapa entre Wellington (Nova Zelândia) e Rio, concluída no sábado. ?Também estamos mais experientes, aprendemos muito sobre como preparar e velejar com o barco e a tendência é as coisas irem melhorando.? A única mudança que haverá na tripulação do Brasil 1 será a saída do norueguês Knut Frostad e a volta de Marcelo Ferreira, proeiro de Torben nas duas medalhas de ouro olímpicas da classe Star.

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