Fernando Faro/Estadão
Fernando Faro/Estadão

Torcida se aglomera, mas não entra em treino da seleção

Cerca de duas mil pessoas ficaram na porta à espera de um aceno dos jogadores

FERNANDO FARO - Enviado especial, Agência Estado

18 de junho de 2013 | 16h54

FORTALEZA - Uma multidão se aglomerou na porta da Arena Castelão nesta terça-feira para tentar acompanhar o último treino da seleção antes da partida contra o México, válida pela segunda rodada do Grupo A da Copa das Confederações. Desta vez, no entanto, a segurança não autorizou a entrada. Na segunda-feira, o técnico Luiz Felipe Scolari deixou que os torcedores assistissem a alguns momentos da atividade.

Cerca de duas mil pessoas ficaram na porta à espera de um aceno dos jogadores, mesmo sendo informados pela reportagem de que o ônibus com a delegação já tinha entrado e Felipão concedia entrevista coletiva. Em determinado momento, um ônibus utilizado para transportar os profissionais da imprensa passou ao lado da rua e gerou histeria na torcida.

"Eles vão ter que aparecer aqui, nem que seja um pouquinho. Quem vier será recebido com muita festa, pode ter certeza", afirmou o desempregado José de Jesus Costa, que levou o filho Gustavo para tentar ver Neymar e companhia de perto.

O craque do Barcelona, por sinal, era disparado quem tinha o nome mais gritado pela torcida, especialmente as mulheres. Algumas chegaram a se descontrolar e chorar enquanto esticavam o pescoço, em vão, procurando o atacante.

Na segunda-feira, Felipão liberou a entrada de cerca de cinco mil torcedores ao treino realizado no Estádio Presidente Vargas. O técnico ignorou determinação contrária do Comitê Organizador Local (COL), responsável pela organização da Copa das Confederações, e permitiu o acesso da torcida, que acompanhou os minutos finais do treino.

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