Trabalho nos boxes garante a diferença no resultado final

Em uma competição com tantos pit stops, a eficiência da equipe nos boxes é quase tão importante quanto a sua capacidade de produzir um carro veloz e o piloto corresponder na pista. Nesse sentido, a Red Bull mostra que a liderança destacada do campeonato, bem como a conquista dos títulos de piloto e construtores no ano passado, não são o resultado apenas da genialidade de seu projetista, Adrian Newey.

, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2011 | 00h00

No GP da Turquia, os pit stops mais rápidos e precisos foram os de Vettel, piloto da Red Bull. Para substituir os quatro pneus do alemão na 25ª volta, um recorde este ano: 3,1 segundos. "Treinamos muito na nossa sede durante o inverno", diz o coordenador do grupo, Jonathan Wheatley.

Numa Fórmula 1 onde os times investem milhões de euros para ganhar um décimo de segundo, estabelecer margens tão melhores que as da concorrência pode representar, dependendo do circuito, a diferença entre ganhar e perder. Na soma do tempo parado, durante os quatro pit stops no GP da Turquia, Vettel foi 4,2 segundos mais veloz que Fernando Alonso, da Ferrari, 3º colocado.

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