AP
AP

AO VIVO

Confira tudo sobre a Copa do Mundo da Rússia 24 horas por dia

Três pessoas são indiciadas por troca de tiros que matou filha de Tyson Gay

Trinity Gay morreu no último domingo no Centro Médico da Universidade de Kentucky

Estadão Conteúdo

17 Outubro 2016 | 13h11

Três homens foram acusados nesta segunda-feira por encargos relacionados com a troca de tiros que, segundo a polícia, provocou a morte da filha de 15 anos do velocista Tyson Gay. Trinity Gay morreu no último domingo no Centro Médico da Universidade de Kentucky após ser baleada no pescoço por volta das 4 horas da manhã (no horário local) durante um tiroteio entre duas pessoas a bordo de veículos no estacionamento de um restaurante.

Dvonta Middlebrooks realizou vários disparos durante o incidente, relataram os investigadores da polícia de Lexington. O homem é acusado de violar a integridade de terceiros e possuir uma arma de fogo sendo um ex-presidiário. Outro homem e seu filho também foram acusados. Chazerae Taylor, de anos 38, e seu filho D'Markeo, de 19, foram acusados de pôr em perigo as vidas dos outros de modo imprudente, disse a polícia em um comunicado.

Brenna Angel, porta-voz da polícia, declarou que as autoridades não acreditam que Trinity Gay estava nos veículos envolvidos. Tyson Gay afirmou que tinha uma relação muito próxima com sua filha, em entrevista ao canal de TV de Lexington WLE. "É uma loucura. Eu não tenho ideia do que aconteceu", afirmou.

Trinity Gay era uma velocista na escola secundária Lafayette, em Lexington. Ela terminou em quarto lugar nos 100 metros e quinto nos 200m durante a competição estadual escolar na sua categoria em maio, de acordo com registros acadêmicos.

Ela também correu na equipe do revezamento 4x200 metros que ficou em quarto lugar. Seu pai, que competiu anos atrás pela Lafayette, detém o recorde estadual dos 100 metros desde 2001.

Tyson Gay competiu nas últimas três edições dos Jogos Olímpicos. Ele fez parte da equipe que ganhou a medalha de prata no revezamento 4x400 metros em Londres-2012, mas ele e seus colegas perderam a medalha depois que o velocista testou positivo para esteroides em 2013.

Nos Jogos do Rio, Tyson Gay, que vinha sofrendo com lesões, não brilhou. Ele foi membro da equipe de revezamento 4x100 metros dos Estados Unidos que terminou em terceiro lugar na final, antes de ser desclassificada pela passagem ilegal do bastão entre Mike Rodgers e Justin Gatlin, ficando sem medalha.

Mais conteúdo sobre:
Tyson Gay Estados Unidos Justin Gatlin

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.