Sergei Ilnitsky/EFE
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"Trocaria meu grupo pelo do Brasil", diz técnico da Argentina

Jorge Sampaoli revela vontade de trabalhar no Brasil e já ter recebido contatos do São Paulo, Flamengo e outros clubes

Jamil Chade, em Moscou, O Estado de S.Paulo

02 de dezembro de 2017 | 08h12

Jorge Sampaoli, treinador da Argentina, diz que estaria disposto a trocar seu grupo na Copa do Mundo pelos confrontos sorteados para o Brasil. "Eu trocaria o meu pelo do Brasil", disse. "No caso da Argentina, temos de enfrentar um grande desafio de diferentes estilos. A Croácia vem forte, a Nigéria é imprevisível e Islândia vem com moral depois de ganhar da Inglaterra", disse.

O argentino ouviu nesta sexta-feira, uma crítica da boca de Diego Maradona ao time de Messi, ao vivo para todo o mundo. Mas admitiu que ele está certo. "Temos de ser mais competitivos", afirmou.

Na avaliação do argentino, a diferença do Brasil é que, nas fases seguintes, poderá enfrentar seleções mais fortes até chegar a uma final. Isso inclui México, Suécia, Alemanha e França.  

Ainda assim, para ele, o Brasil é "um dos grandes favoritos" e está "bem acima da Alemanha". 

Sampaoli não escondeu que adoraria trabalhar um dia no Brasil. Ele diz que já recebeu um contrato em branco do São Paulo, apenas para assinar. Também teve quatro propostas do Flamengo e de outros clubes. "Queria recuperar o estilo do futebol brasileiro. Queria remontar o passado. Tive muitas possibilidades", disse. 

O argentino ainda apontou que não gostou da forma pela qual o Grêmio jogou sua final na Taça Libertadores. "Jogou bem. Mas eu não gosto pessoalmente. Não é a essência do futebol brasileiro", completou. 

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