Tudo igual para Cerezo e Falcão em Salvador

Apesar da boa disputa entre os times dos dois técnicos, o 1º clássico do ano entre Vitória e Bahia acabou no 0 a 0

SALVADOR, O Estado de S.Paulo

13 de fevereiro de 2012 | 03h04

O equilíbrio do primeiro clássico do ano entre Bahia e Vitória, no Estádio Pituaçu, pela oitava rodada do Campeonato Baiano, se refletiu no placar: 0 a 0. Quase como uma homenagem a Toninho Cerezo (Vitória) e Falcão (Bahia), companheiros do meio de campo da inesquecível seleção brasileira da Copa de 1982 e também da Roma, que ontem se enfrentaram pela primeira vez como treinadores.

Os times fizeram um jogo disputado. Se o primeiro tempo teve o Bahia um pouco melhor, com Moraes e Gabriel armando bem as jogadas de meio de campo, na segunda etapa foi a vez do Vitória, mais articulado, se destacar.

A grande esperança do Vitória no segundo tempo era o melhor preparo físico, como disse Neto Baiano. "Estamos mais preparados que eles (Bahia), pois começamos a pré-temporada antes."

Já o técnico Cerezo queria o time mais atento. "Realmente na primeira etapa o Bahia esteve melhor, pois estávamos rifando a bola. Para crescermos na partida temos de tocar mais a bola", avaliou. Aos 15 minutos, decidiu deixar o time mais ofensivo ao colocar dois meias em campo: Pedro Kan e Artur Maia.

Mas Falcão deu o troco ao mexer também em seu meio de campo, com a entrada do volante Diones e dos meias Vander e William Matheus. Ao final, sem a rede balançar nenhuma vez, o Bahia se manteve em segundo lugar no campeonato, agora com 17 pontos. No entanto, o clube ficou mais longe do Bahia de Feira de Santana, que bateu o Fluminense, da mesma cidade, por 1 a 0, e abriu 4 pontos na ponta. Já o Vitória passou a somar 13 pontos e segue na terceira colocação.

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