Turfe terá comitê de gestão no Brasil

O turfe brasileiro viveu um dia decisivo, hoje, com a assinatura do contrato entre os Jockeys Clubs Brasileiro (JCB), de São Paulo e do Rio Grande do Sul, regulamentando o Comitê de Gestão e o edital para contratação de uma empresa ou consórcio que ficará responsável pelo gerenciamento das apostas. O documento, assinado na sede do JCB, no centro do Rio, deixou as máquinas simuladoras de corridas de fora do edital. Uma fonte da diretoria do JCB confirmou que duas empresas americanas e uma italiana já manifestaram interesse em participar da concorrência. A vencedora ficará responsável pela coordenação dos três jóqueis, pela distribuição das receitas, premiação e qualquer outro íten que faça parte da receita. As empresas que estiverem interessadas em concorrer terão até o dia 9 de maio para enviar suas propostas ao JCB. No dia 2 de junho será feita a divulgação do nome da vencedora e tem-se início o período de transição, que vai vigorar até o dia 15 de agosto, quando o contrato entrará em vigor. O ex-ministro da Agricultura, no governo do presidente Médici, Luiz Fernando Cirne Lima, foi o escolhido para presidir o Comitê de Gestão.O comitê será o responsável pela administração, fiscalização e execução do contrato firmado com a empresa vencedora. Participaram da assinatura do contrato, os presidentes dos Jockeys Brasileiro, Luiz Alfredo Taunay, de São Paulo, Antonio Grisi Filho, e do Rio Grande do Sul, Flávio Albino.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.