Tyson Fury perde um dos seus cinturões por aceitar revanche com Klitschko

Após acabar com uma invencibilidade de 11 anos de Wladimir Klitschko no fim de novembro e faturar os cinturões dos pesos pesados da Associação Mundial de Boxe, da Federação Internacional de Boxe, da Organização Internacional de Boxe e da Organização Mundial de Boxe, o britânico Tyson Fury tem se envolvido em várias polêmicas fora dos ringues. E, nesta quarta-feira, a Federação Internacional de Boxe anunciou que Fury perdeu o seu cinturão.

Estadão Conteúdo

09 de dezembro de 2015 | 12h20

De acordo com o presidente da federação, Lindsey Tucker, Fury foi destituído de seu título por se recusar a enfrentar um desafiante, preferindo negociar uma revanche contra Wladimir Klitschko.

"É verdade que ele é foi destituído de seu cinturão da FIB", disse Tucker em entrevista à BBC. "O nosso adversário era Vyacheslav Glazkov, mas, em vez disso, Fury assinou um contrato de revanche com Wladimir Klitschko", justificou o dirigente.

A perda do cinturão é apenas uma das polêmicas que Fury se envolveu nos últimos dias. O campeão mundial dos pesos pesados se tornou alvo de uma investigação criminal em razão de seus comentários sobre homossexualismo, após a polícia de Manchester receber informações de que ele teria cometido "crime de ódio" em uma entrevista antes da luta com Klitschko. A polícia "leva todas as acusações de crimes de ódio extremamente a sério e iremos ao endereço da vítima para tomar um depoimento no devido momento".

A fama provocada pela vitória sobre Klitschko voltou os holofotes para Fury, que tem dado declarações polêmicas. Recentemente, ele criticou o aborto e disse que o doping deveria ser legalizada em todos os esportes para torná-los "totalmente justos". Na semana passada, o boxeador foi alvo de críticas ao declarar que a britânica Jessica Ennis, campeã olímpica do heptatlo, "fica bem de vestido".

Tudo o que sabemos sobre:
boxeTyson Fury

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.