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UCI condiciona licença da Astana a auditoria antidoping

Equipe só continuará na elite do ciclismo de estrada caso aceite passar por uma auditoria externa após casos de doping

Estadão Conteúdo

11 de dezembro de 2014 | 11h49

Após seguidos casos de doping, a Astana só poderá receber sua licença para continuar como equipe da elite do ciclismo de estrada mundial se aceitar sofrer uma auditoria externa. É essa a condição dada pela União Ciclística Internacional (UCI) contra o time do Casaquistão que conta com o italiano Vincenzo Nibali, o atual campeão da Volta da França, a mais importante do calendário internacional.

Em outubro, após a revelação dos três primeiros dos cinco casos de doping revelados desde agosto na Astana, a UCI pediu à sua comissão de licenças que revisasse o status da equipe, chefiada por Alexandre Vinokourov, atual campeão olímpico do ciclismo de estrada, que tem uma mancha de doping no seu passado.

A comissão de licença ouviu os casaques e concluiu que "a organização na luta contra o doping dentro da equipe foi padronizada" e que a Astana deu início a uma reorganização do seu pessoal de apoio aos ciclistas, a fim de reforçar a luta contra o doping dentro da equipe.

Assim, sugeriu que a Astana tenha a licença mantida, desde que sofra uma auditoria do Instituto de Ciências da Universidade de Lausanne, da Suíça. A equipe deve pagar pela auditoria, irrestrita, que deve durar até 2015. Além disso, a Astana terá que aderir, já em 2015, a um novo sistema operacional interno que será obrigatório para todos os times de elite em 2017.

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