Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

UFC demite Thiago Silva após lutador ser preso pela SWAT nos Estados Unidos

Brasileiro tinha luta marcada para 15 de março, em Dallas, contra Ovince St. Preux, no UFC 171

O Estado de S. Paulo

07 de fevereiro de 2014 | 15h43

O lutador brasileiro Thiago Silva, da categoria meio-pesado, foi demitido pelo UFC após ser preso pela SWAT por entrar com uma arma de fogo em uma academia nos Estados Unidos para ameaçar sua esposa. Ele tinha uma luta marcada para 15 de março, em Dallas, contra Ovince St. Preux, no UFC 171. "O Ultimate Fighting Championship rescindiu o contrato de Thiago Silva, com efeito imediato", diz a nota publicada no site oficial do evento.

A versão oficial é que, por volta das 19h45 de quinta-feira (horário da Flórida), Thiago teria ido à academia de jiu jítsu Pablo Popovitch, que também é brasileiro, armado de um revólver, e, após ameaçar pessoas no local, a polícia teria sido chamada. O lutador do UFC abandonou a academia e se dirigiu até sua casa. Após três horas de negociações, e com sua residência cercada pela SWAT (Special Weapons And Tactics), ele se entregou.

Com ciúmes de sua esposa Thaysa Silva, pois achava que ela estava tendo um caso com Pablo, o lutador perdeu a cabeça, ameaçou os dois, mas não chegou a disparar a arma. Tanto que depois de ser preso sob acusação de tentativa de assassinato, agressão agravada por uso de arma letal e resistência à ação policial sem violência, a primeira acusação foi retirada, mas ele está preso preventivamente por tempo indeterminado e sem fiança até o próximo julgamento.

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