Valdivia: a ideia é pagar, não se livrar

O Palmeiras não quer vender ou emprestar Valdivia, mas ainda não tem ideia de como fará para pagar ao banco Banif os mais de R$ 16 milhões (já contando juros) que deve referentes à reaquisição do meia no ano passado.

Paulo Galdieri, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2011 | 00h00

Na próxima rodada de negociações com a instituição financeira, que emprestou os 6 milhões no ano passado para que o clube readquirisse seu ídolo do Al Ain (Emirados Árabes), a diretoria palmeirense pretende formular uma nova forma de pagamento bem familiar a quem não tem dinheiro para quitar uma compra à vista, mas quer o produto.

A ideia é oferecer uma entrada (cujo dinheiro usado seria o de mais um adiantamento da cota de tevê do ano que vem) e parcelar o restante da dívida.

Justamente por ter essa pendência, o Palmeiras não quer se desfazer de um de seus maiores ídolos na atualidade. A diretoria não vê sentido em ficar com a dívida para pagar e sem o jogador, que recebeu uma consulta do próprio Al Ain para voltar a jogar nos Emirados Árabes.

Segundo o vice de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, Valdivia só deixaria a equipe caso chegasse uma "proposta irrecusável". Para tirar o chileno do Parque Antártica seria necessária uma proposta que cobrisse a dívida vigente com o Banif e ainda rendesse algum dinheiro em caixa ao clube. Algo em torno de 10 milhões (cerca de R$ 22 milhões).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.