Vascaínos mantêm boicote à concentração antes da estreia

Jogadores decidem seguir com o movimento para o jogo de hoje contra o Nacional, do Uruguai. Diretoria paga o 13º

LEONARDO MAIA / RIO, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2012 | 03h05

Com o atraso de salários, os jogadores do Vasco decidiram manter o boicote às concentrações para o jogo contra o Nacional, do Uruguai, às 22 horas, em São Januário, na estreia do time na fase de grupos da Libertadores.

Se os atletas mostrarem empenho e conquistarem uma vitória no retorno do clube à competição sul-americana depois de 11 anos, tudo continuará bem. Do contrário, a atitude e os atrasos certamente serão apontados como responsáveis por um eventual tropeço cruzmaltino.

Ontem, a diretoria conseguiu recursos para quitar o 13.º salário de 2011, mas ainda ficam pendentes os pagamentos de dezembro e de três meses de direitos de imagem.

"A gente segue trabalhando para resolver a questão. Não está fácil. Não vai ter concentração mais uma vez, mas a gente conta com o profissionalismo dos jogadores", comentou o diretor executivo de futebol do clube, Daniel Freitas.

Apesar do impasse, o técnico Cristóvão Borges está mais preocupado com os problemas de campo. Além de Rômulo e Eder Luís, lesionados desde o ano passado, o treinador não terá à disposição o volante Allan, machucado, e o lateral Fagner, suspenso.

A boa notícia fica por conta da confirmação de Fernando Prass no gol, recuperado de um corte no joelho esquerdo. Juninho Pernambucano e Felipe vão atuar juntos no meio de campo, e Eduardo Costa deve substitui Fellipe Bastos, a julgar pelo treinamento de ontem.

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