Velocista Maurice Greene nega uso de substâncias ilegais

Campeão olímpico está aposentado e seria um dos investigados em processo na justiça americana

EFE

14 de abril de 2008 | 12h49

O atleta americano Maurice Greene, campeão olímpico e tricampeão mundial dos 100 metros rasos, negou o uso de substâncias consideradas como doping. Greene, que se aposentou em fevereiro, é um dos doze atletas citados por uma testemunha em uma investigação nos Estados Unidos, de acordo com um jornal americano. No entanto, o velocista afirmou nesta segunda-feira ao jornal inglês Daily Telegraph que, apesar de ter se reunido com um fornecedor, não recebeu nem usou nenhuma substância. "É uma situação difícil para mim. Meu nome foi envolvido nesta história e isso não é certo", disse Greene. O atleta disse que a situação é vergonhosa e que após o encontro com o traficante, lhe disse que não se doparia. "Me reuni com muita gente que oferecia várias coisas, querendo que trabalhasse com eles. Mas quanto a tomar algo, a resposta é não", insistiu. Greene apontou, além disso, que sua postura em relação às substâncias ilegais é clara. "Em nosso esporte, não há lugar para os consumidores de drogas. Sempre achei que a punição para quem é pego no anti-doping deve ser o banimento do esporte. Sigo pensando assim", disse. 

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