Vencer hoje a China é desafio depois da derrota para os EUA

Brasil reage depois de sofrer 2 a 0, mas perde para norte-americanas no tie-break; chinesas terão apoio da torcida hoje

NINGBO, CHINA, O Estado de S.Paulo

28 de junho de 2012 | 03h06

O Brasil estreou na fase final do Grand Prix com derrota para os Estados Unidos e hoje, às 8h30, tem outra parada dura: encara a China, que joga diante de sua torcida em Ningbo e venceu na primeira rodada, ao fazer 3 a 0 em Cuba (25/22, 25/22 e 25/17). Os canais SporTV e Esporte Interativo transmitem a partida ao vivo. "Espero que o grupo tenha uma melhor atuação", disse o técnico José Roberto Guimarães, insatisfeito com a nova derrota para as norte-americanas.

A seleção feminina perdeu o primeiro set para os EUA, mesmo com o treinador fazendo mudanças no time, ao escalar a levantadora Fernandinha e a ponteira Fernanda Garay no lugar de Fabíola e Paulo Pequeno, respectivamente. O time melhorou, mas acabou perdendo por 25 a 19. No segundo, o Brasil começou mal, depois reagiu, mas também chegou ao fim do período atrás do marcador. "Não começamos bem e isso não pode acontecer. Os Estados Unidos jogam muito bem taticamente e não cometem erros bobos", explicou a líbero Fabi.

No terceiro set o Brasil acordou. Com um bom saque e um bloqueio eficiente, venceu. No quarto período, nova vitória da seleção, que não deu chance para as norte-americanas. Mas no tie-break, apesar do equilíbrio, as adversárias foram melhores e ganharam a partida por 3 a 2, parciais de (25/19, 25/20, 20/25, 13/25 e 15/13), em pouco mais de duas horas de jogo. "Crescemos no jogo, mas o tie-break foi decidido nos detalhes. Ainda temos chance e precisamos evoluir", afirmou Fabi.

Apesar da derrota, o Brasil teve a maior pontuadora da partida: a oposto Sheilla, com 22 pontos (18 de ataque, dois de bloqueio e dois de saque). Pelo lado dos Estados Unidos, a ponteira Hodge foi quem mais marcou: 16 acertos. "O time começou apático, mas depois foi se encontrando. Sabíamos que essa partida seria difícil. Elas defendem muito bem e têm um bom volume de jogo. Agora, temos de pensar na China porque ainda tem muita competição pela frente", disse Sheilla. Após a partida contra a China, o Brasil volta à quadra na sexta, às 2 horas, para encarar o time de Cuba.

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