Márcio Fernandes/Estadão<br>
Márcio Fernandes/Estadão

Ventos e chuva voltam a adiar etapa do Circuito Mundial de Surfe

Condições adversas do tempo estão causando problemas em Peniche; Kelly Slater prevê que pranchas podem ser quebradas

PAULO FAVERO - Enviado Especial a Peniche, O Estado de S. Paulo

13 de outubro de 2014 | 11h04

Peniche continua sendo castigada por ventos e chuvas, e mais uma vez o início do Moche Rip Curl Pro Portugal foi adiado. A décima etapa do Circuito Mundial de Surfe, que estava marcada para ser iniciada no domingo, poderia ter começado se não fossem as condições adversas. Tanto que o experiente Kelly Slater já pondera sobre as dificuldades que os atletas vão encontrar. "Talvez tenhamos equipamentos quebrados e precisaremos contar com um material extra. Isso pode fazer a diferença", diz.

Na praia de Supertubos, os estragos dos ventos com velocidade acima dos 100 km/h foram grandes. Parte da estrutura pré-fabricada caiu, vidros foram quebrados e portas arrancadas. Pelas previsões meteorológicas, dificilmente o torneio começará antes de quinta-feira. "O tempo está ruim, mas vai mudar um pouco. De qualquer forma, acredito que será um desafio esse ano para todos nós", prevê Slater.

Os organizadores do evento estão correndo para tentar consertar os danos e deixar tudo pronto para quando a etapa começar, mas já se considera a possibilidade, mesmo que pequena no momento, de levar a competição para a praia de Belgas ou para o Pico da Mota, locais mais afastados da cidade e com pouca estrutura.

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