Vigilante dá razão a Adriano

A versão do atacante Adriano, do Corinthians, sobre o suposto tiro acidental que atingiu a mão esquerda de Adriene Cyrilo, de 20 anos, à saída da boate Barra Music, na madrugada de sábado, foi confirmada ontem por um funcionário da casa de shows. Em depoimento informal, o vigilante disse ao delegado Fernando Reis, titular da 16.ª DP (Barra da Tijuca), que o atleta estava sentado na parte da frente do veículo, no banco do carona.

TIAGO ROGERO/ RIO, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2011 | 03h04

Das seis pessoas que estavam no carro - Adriano, a vítima, outras três mulheres e o tenente da reserva da PM Julio Cesar Barros de Oliveira, dono da arma -, somente Adriene diz que o jogador estava no banco traseiro, local de onde partiu o tiro, de acordo com a perícia. Ela também é a única a dizer que Adriano manuseava a arma no momento do disparo; os demais dizem que foi a jovem.

Adriene passou ontem por quase quatro horas de cirurgia, no hospital Barra D'Or. O delegado espera a liberação dela para fazer uma acareação, que envolverá a jovem, o jogador e os demais ocupantes do carro. O confronto de versões deve ser realizado hoje à tarde, quando também será colhido o depoimento formal do vigilante.

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