Visita da seleção em 2004 foi um dia inesquecível para haitianos

Amistoso entre Brasil e Haiti, há nove anos, é bastante recordado pelos trabalhadores do Itaquerão

Almir Leite, O Estado de S.Paulo

18 de fevereiro de 2013 | 02h04

SÃO PAULO - Ao contrário da maioria de seus compatriotas, Jean Garbin e Ronald não são muito ligados em futebol. Mas o fato de trabalharem no Itaquerão já os transformou em corintianos.

Ronald já assistiu até a um jogo do time no Pacaembu, contra o Grêmio, no último Brasileiro. Também gosta de ver futebol pela TV. Jean prefere dedicar o tempo livre às atividades da Igreja Nossa Senhora da Paz, que frequenta desde que chegou ao Brasil.

Um episódio envolvendo o futebol brasileiro, no entanto, não será esquecido tão cedo pelos dois: o amistoso da seleção contra o Haiti em 2004, em Porto Príncipe (6 a 0), o "Jogo da Paz". Na época, o Brasil liderava a força de paz da ONU no Haiti e a partida fez parte de campanha pelo desarmamento da população.

Nenhum dos dois foi ao estádio, mas eles lembram bem daquele 18 de agosto. "Foi muito importante. A presença dos jogadores brasileiros deu ao país um clima de festa", conta Jean.

Ronald até tentou ir ao estádio. "Mas não consegui chegar nem perto. Estava muito tumultuado. Fiquei no caminho e vi de perto o Ronaldo, o Ronaldinho Gaúcho, o Roberto Carlos e outros."

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