Reprodução/Instagram
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Vitor Belfort explica que não desistiu de lutar contra Weidman no UFC 173

Devido a tratamento, Comissão Atlética de Nevada não autoriza combate do brasileiro

O Estado de S. Paulo

28 de fevereiro de 2014 | 13h11

SÃO PAULO - O brasileiro Vitor Belfort sofreu um revés há poucos meses de entrar novamente no octógono do UFC, na disputa do cinturão dos pesos-médios, contra o americano Chris Weidman, algoz de Anderson Silva. O brasileiro perdeu a chance de conquistar o seu terceiro cinturão (Belfort já foi campeão no peso pesado e meio-médios) depois de a Comissão Atlética de Nevada (NSAC) banir o uso do TRT (Tratamento para Reposição de Testosterona) em todos os esportes de combate no estado.

Vitor não poderá enfrentar o americano, e, sem oportunidades de lutar em um local que permita o seu tratamento, a organização do UFC já anunciou Lyoto Machida como seu substituto no card. Os membros do Ultimate propuseram que Belfort realizasse a luta "limpo", isto é, adequado às novas regras vigentes no estado de Nevada. Ele alegou que não conseguiria até a data do combate. Além do brasileiro, Chael Sonnen também possuía autorização para fazer uso da substância. Dana White afirmou estar de acordo com a decisão da comissão atlética.

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"Nunca desisti de lutar no UFC 173 e nunca falei isso. Portanto, toda informação publicada em qualquer veículo de comunicação anunciando isso não é verdadeira.

O que anunciei foi que estarei "desistindo do TRT" e não "desistindo da luta" para continuar o meu sonho de lutar.

O UFC decidiu colocar outro oponente em meu lugar pelo fato de eu não ter tempo hábil de me adequar as novas regras da NSAC. Segundo o UFC, enfrentarei o vencedor de Weidman vs Lyotto dentro dos novos regulamentos de todas as Comissões Atléticas.

Lamento que isso tenha acontecido,e agradeço a força e compreensão de todos os fãs, patrocinadores, UFC e as próprias comissões atléticas".

Vitor Belfort

 

 

 

 

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