Vitória terá apoio de estádio lotado e promete atacar

Com estádio lotado e a promessa de time ofensivo, o Vitória recebe o Corinthians, no Barradão, precisando desesperadamente dos 3 pontos. O empate mantém o time vivo na luta para escapar do rebaixamento para a Série B de 2011, mas a vitória seria decisiva, já que os baianos chegariam a 42 pontos. O pior resultado, porém, seria terminar a rodada sem somar pontos, correndo o risco de ser ultrapassado pelos concorrentes diretos.

Fábio Hecico, O Estado de S.Paulo

21 de novembro de 2010 | 00h00

O Vitória não poderá contar com o zagueiro Wallace, mas é provável que possa contar com seu principal articulador: o meia Ramon, que reclama de desconforto muscular e treinou a semana toda separadamente do restante do grupo, embora tenha treinado na sexta-feira.

O técnico Antônio Lopes prepara uma formação ofensiva. No último treino antes do jogo, escalou dois laterais que gostam de apoiar, Nino Paraíba e Egídio, um volante que também joga como meia, Bida, dois meias avançados, Ramon e Elkeson, e dois atacantes, Adailton e Júnior. "Vamos jogar em casa e precisamos ganhar", diz Elkeson. "Temos de partir para cima, mesmo."

Lopes não confirma a escalação, até porque tem outro problema no elenco: o volante Neto Coruja, que seria uma alternativa para proteger mais a defesa, sentiu dores no joelho no início do treino de sexta-feira e foi poupado do trabalho.

Uma das novidades para partida, ao menos para o segundo tempo, pode ser o atacante Aldair, de 19 anos. Destaque das categorias de base, o garoto vem agradando a Antônio Lopes. "Ele joga com as duas pernas. Você não sabe direito se é destro ou canhoto. Vai ser um baita jogador num futuro próximo", comentou.

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