Vôlei: nos passos do pai e perto do título

Stephany Carvalho completou ontem 18 anos. O presente antecipado foi a vitória do Açúcar União/São Caetano sobre o BCN/Osasco, na quarta-feira, pelo segundo jogo da final do Estadual de Vôlei. Amanhã, às 18h, entra em quadra novamente para desempatar a série melhor melhor-de-três no Ginásio José Liberatti, em Osasco. Além do peso de ser a líbero da equipe, existe a pressão de ser filha do técnico William Carvalho.A garota está disputando sua primeira temporada na categoria adulta. E se diz tranqüila: "Não acho que jogar como líbero seja segurar um rojão. Muito pelo contrário. Tento mostrar dentro da quadra que posso merecer tudo o que estou conquistando."Não restaram muitas opções para a "baixinha" de 1,68 m, que desde cedo já sofria com as comparações com o pai. "Desde quando eu jogava no pré-mirim. Quando errava uma bola, o povo falava que eu era ruim, que só jogava porque era a filha do William. Só que não acho mais que isso seja uma pressão, e sim um incentivo para jogar bem", ressalta.Para ela, ganhar este título paulista seria ideal: "Faria algumas pessoas ficarem um pouco quietas, já que até agora este é o campeonato mais importante que disputei. Hoje sou conhecida como ?a filha do William?, mas espero que um dia meu técnico é que seja conhecido como ?o pai da Stephany?."

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