Volta do Rio tem 5 casos de doping

Submetido ao exame antidoping, o ciclista catarinense Daniel Rogelin, vencedor da Volta do Rio, deu positivo para a presença de substância enquadrada como anabólica. Com a desclassificação de Rogelin, o campeão passa a ser Márcio May, que estava na segunda colocação. Em terceiro fica o brasileiro Murilo Fischer, da equipe italiana, e em quarto, André Grizante, de São Caetano. O resultado por equipe não foi alterado. A UCI (União Ciclística Internacional) comunicou dia 16 à CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) o resultado dos exames de antidoping realizados nos atletas que participaram da Volta do Rio, entre 24 e 28 de abril. Ao longo de toda a competição, foram realizados 20 exames, dos quais seis tiveram resultado positivo. São os seguintes os atletas: Daniel Rogelin foi submetido duas vezes ao exame, em ambos os casos o resultado deu positivo. Nilceu Aparecido dos Santos e Jetterson Misiak, ambos do Paraná, Carlos Mello, do Rio, e Evandir de Souza, de São Paulo. Todos os atletas, bem como seus técnicos e diretores esportivos, já foram comunicados pela CBC sobre o resultado dos exames e têm direito a uma contra-prova. O grande empecilho é que para se submeterem à contra-prova, os atletas devem arcar com as despesas, consideradas caras. Tanto o primeiro exame, quanto a contra-prova são realizados em Quebec, no Canadá. Os atletas têm até cinco dias após a comunicação do resultado para solicitar a contra-prova.

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