Williams

Desde que as montadoras se tornaram também proprietárias da maioria das equipes de Fórmula 1, a organização de Frank Williams, a melhor dos anos 90, passou a ficar para trás. Seu esquema independente não o permite competir contra a capacidade de investimento das multinacionais. Recebe o motor de graça da Toyota em troca de manter o piloto japonês Kazuki Nakajima como titular. Mas, apesar de seu orçamento limitado em comparação com Ferrari, McLaren, BMW, Toyota, ainda consegue realizar bom trabalho. O modelo deste ano, o FW31, é um exemplo dessa eficiência. Com o talentoso Nico Rosberg ao volante, estabeleceu tempos próximos aos dos mais velozes na pré-temporada, como ocorreu no ano passado. Depois, como seu fôlego financeiro para investir no desenvolvimento do carro não se compara com o da maioria da concorrência, o desempenho do time começa a piorar em relação aos mais ricos. A Williams foi a escuderia que mais perdeu patrocinadores para este ano.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.