Márcio Fernandes/Estadão
Márcio Fernandes/Estadão

WSL lança loja online com produtos de surfe para o mercado brasileiro

Novidade chega no mesmo dia que começa o Pipe Masters, no Havaí, dando o pontapé inicial para a disputa masculina do Circuito Mundial

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

07 de dezembro de 2020 | 10h00

Aproveitando a fase de retomada do surfe no Brasil, a WSL (Liga Mundial de Surfe, da sigla em inglês) vai lançar no mercado nacional sua primeira loja online oficial. A novidade chega no mesmo dia que começa o Pipe Masters, no Havaí, dando o pontapé inicial para a disputa masculina do Circuito Mundial. "Além dos produtos da marca própria da WSL, teremos as marcas mais desejadas pela comunidade em um único lugar no conceito 'One Stop Shop' para surfistas e fãs do lifestyle do surfe", explica Ivan Martinho, CEO da WSL para a América Latina.

A tendência é que o fã brasileiro possa adquirir as coleções de camisetas das etapas 2021 do Circuito Mundial, algo que costuma ser encontrado apenas nas lojas montadas nas praias que recebem as disputas. A expectativa é que no próximo mês isso esteja à disposição. Outra novidade é a parceria com marcas famosas do surfe, como Oakley, Rip Curl e Hang Loose, além da New Era – única com produtos licenciados WSL

A loja online terá operação da Netshoes e vai englobar três pilares da WSL: estilo de vida, igualdade e sustentabilidade. Quem também está no projeto é a ESM Sports Business, uma das líderes do segmento de marketing esportivo do Brasil. "A parceria com a Netshoes e ESM, líderes no varejo esportivo online, tem papel fundamental em nossa projeção e expansão pelo País", disse Martinho.

A estratégia da WSL é explorar o mercado brasileiro em uma modalidade que cresce a cada ano. Além do atual campeão mundial (Italo Ferreira), o Brasil conta com quatro títulos nos últimos seis anos - dois com Gabriel Medina e um com Adriano de Souza - e tem grandes nomes da nova geração. O surfe fará nos Jogos de Tóquio sua estreia no programa olímpico e a expectativa de pódio verde e amarelo existe.

"Essa nova geração de surfistas, que faz parte do fenômeno 'Brazilian Storm', colocou o Brasil em evidência. Aliado a esse desempenho impressionante dos atletas brasileiros está o aumento significativo do interesse de marcas pelo esporte e seu universo, o que fez dobrar o volume de negócios realizados pela WSL no País nos últimos dois anos", revelou.

Para Martinho, a modalidade tem tudo para crescer nos próximos anos. "O surfe caminha para se posicionar no segundo lugar entre os esportes brasileiros. O primeiro está dividido entre o futebol, maior em termos de número de seguidores, e a corrida de rua, que lidera em número de praticantes", disse o CEO da WSL.

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