Wander Roberto/Divulgação
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Zeba diz que falta pouco para Brasil vencer um 'grande europeu'

Assim como no jogo contra a Espanha, seleção brasileira equilibrou duelo com a Eslovênia, mas acabou derrotada por 35 a 32

Vítor Marques, enviado especial a Doha, O Estado de S. Paulo

21 de janeiro de 2015 | 17h05

Pela segunda vez no Mundial de Handebol do Catar, o Brasil ficou muito perto de vencer uma seleção europeia do alto escalão. O time brasileiro, que já havia perdido para a Espanha (atual campeã do mundo), caiu diante da Eslovênia (quarta colocada em 2013) nesta quarta-feira.

"Falta muito pouco, detalhes. Esses jogadores (rivais) são atletas de Champions League, jogadores que estão acostumados a decidir jogos no final. Foi um jogo difícil e eles estão acostumados com isso, decidir no fim", afirmou Zeba, armador da seleção brasileira, após a derrota por 35 a 32.

Nos jogos contra Espanha e Eslovênia, o Brasil disputou uma partida de igual para igual, algo que até há pouco tempo seria mais difícil. Jogar bem e dar trabalho a essas seleções já é um feito que o Brasil comemora. Até mesmo o artilheiro da Eslovênia, Gajic, elogiou o desempenho do time brasileiro.

Zeba também reconheceu que o Brasil cometeu alguns erros, principalmente na defesa. Segundo ele, quando a seleção conseguiu passar à frente no placar, o time não teve fôlego para manter a vantagem. "Estava difícil, eles empatavam o jogo rapidamente."

O armador disse que o Brasil tem de entrar concentrado no último jogo da primeira fase, sexta-feira, contra o Chile. Em tese, é um jogo fácil: os chilenos são o rival mais fraco do grupo, acumulam quatro derrotas e já estão eliminados.

"Temos que pensar que será um jogo difícil contra o Chile, temos que ficar atentos para fazermos um grande jogo", afirmou. O Brasil precisa vencer para se classificar às oitavas de final. Se conseguir passar de fase, vai enfrentar Croácia ou Macedônia.

*O repórter viajou ao Mundial a convite da Federação Internacional de Handebol

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